sexta-feira, 25 de junho de 2010

Qual é a hora de mudar?

Nasci em 1980 e de lá pra cá sempre ouvi que estamos vivendo a era da mudança. De fato, realmente parecemos estar vivendo na era das mudanças... Mas aí fica uma pergunta: quando mudar? O que mudar?
Não sei ao certo esta resposta. O que sei é que toda pessoa, na minha opinião, deve mudar. Trocar seus hábitos, percepções, programas, contatos e etc. Estudos comprovam que cada vez que o cérebro vive alguma experiência nova, milhões de novas conexões neurais são desenvolvidas. Mentes brilhantes, são mentes inquietas.
Não estou propondo que você saia do seu emprego, se divorcie ou vá morar em outro país. Minha sugestão é que gerar novas experiências, que podem ser simples, mas que mudam as nossas percepções.
A minha lógica é viver sem lógicas, se permitindo repensar conceitos e crenças!
Experimente o novo... Mude o seu caminho de casa, observe outros edifícios, praças... Passeie na rua para observar apenas o som de cada rua. Use a mão esquerda para escovar os dentes, abrir gavetas e arrumar o cabelo. Veja outros canais de TV, leia outros livros. Experimente novos temperos nas comidas, buscando novos sabores, novos prazeres. Almoce em outros locais, faça compra em um supermecado diferente. Tome banho com novos sabonetes. Ame muito, ame todos de forma diferente, buscando os encantos de cada relação. Troque seus pertences, mude seus óculos, seus relógios, seus quadros e se puder, mude seu carro, sua casa, seu escritório. As coisas materiais devem estar ao nosso serviço, e não ao contrário. Mantenha suas relações mais verdadeira, com seu par, amigos, familiares, mas tenha assuntos novos, reflexões novas e as vezes até mesmo polêmicas, beije, abrace, diga que ama e deixe ouvir que é amado. Jogue fora velhos extratos bancários e contratos vencidos. Viaje, não importa para onde, mas viaje.
Experimente outra vez, mude novamente, troque! Coloque a carreta na frente dos bois, calce o sapato errado, troque as bolas...
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores, mas o que importa é o que você viveu e o que estas experiências somaram à você, deixando sem dúvida uma nova pessoa.
Deixe a sua energia em dinamismo!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A beleza de ser um eterno aprendiz

Bom... É difícil definirmos quem somos. Somos aquilo que já vivemos. Por isso, resolvi escrever um pouco do que já fiz (seja bom ou ruim), eu já:
Chorei de tanto rir, ri de tanto que chorei, li um livro de 455 páginas em uma semana, parei de ler um livro no meio, viajei pra perto, viajei pra longe, me apaixonei pela pessoa errada, me apaixonei pela pessoa certa, encontrei a pessoa da minha vida, ganhei muitas coisas, perdi outras tantas, tirei 10 em uma prova, repeti de ano, fui promovido, quebrei uma empresa, briguei com pessoas, perdoei, mudei de estilo, fui conservador, comecei academia, parei academia, aprendi inglês, esqueci como se escreve em inglês, fiz amigos, perdi amigos, amadureci rapidamente, fiz uma cena de criança, amei o que tenho, odiei o que comprei, falei bobagens, ensinei alguma coisa, fui para praia no inverno, passei o carnaval na serra, corri para não perder o ponto, me acomodei por preguiça, plantei uma árvore (ainda falta escrever um livro e ter um filho), arranquei uma planta, compliquei o que era fácil, descompliquei uma dificuldade, tirei primeiro lugar, já fiquei em último, quis ser o que não podia, já consegui ser o que sonhava, comi muito chocolate, já fiz greve de fome, já tentei escrever uma música, ouvi muitas músicas boas, e muitas ruins, paguei caro para ir em um show, fui a vários de graça, botei dinheiro fora, apliquei na bolsa de valores, já passei por crises de dinheiro, já me senti muito rico, já passei por crises existenciais, já me amei “egoisticamente”, dei um abraço carinhoso, ganhei um colo, dei um presente de surpresa, tive uma festa surpresa, já consegui fazer alguém mudar, já mudei por amor, já fui assaltado, escapei de uma briga, já disse "te amo" para as pessoas que de fato eu amo, já tirei algumas pedras do meu caminho, fiz terapia, chorei sozinho, falei sozinho, ri sozinho, dormi de dia, vivi a noite toda, já bebi, já fumei, nunca me droguei, já errei, acertei, evoluí, regredi, me curei, curei os outros, fui aconselhado, compartilhei segredos, já quis matar alguém (apenas vontade!), já quase morri de saudade, escrevi uma carta de amor, escrevi uma carta de ódio, ouvi o que não queria, falei o que não devia, quis fugir do mundo, quis parar o tempo, voltar no tempo, avançar o tempo... Enfim... Estas são algumas das experiências que fazem de mim o que sou!