sábado, 24 de março de 2012

ELO - Pais e Filhos


Este post é exclusivo para explicar o workshop vivencial Elo - Pais e Filhos.
Projeto desenvolvido em parceria com a minha esposa Graziela Freitas, que nos dá muito orgulho e muito prazer.
A idéia do ELO surgiu para atender à demandas que as famílias apresentam no trabalho de psicologia clínica que Graziela desenvolve, e o objeto é tornar os ambientes familiares mais satisfatórios, equilibrados e felizes!
Percebemos a carência de um momento de reflexão e auto-conhecimento focado para pais e filhos juntos, no mesmo espaço, em um mesmo momento.
O ELO é um workshop com alta carga emocional, repleto de muito reconhecimento e amor entre esta relação encantadora que é pais e filhos.
Abaixo segue um link com todo o material explicativo deste momento (local, valores, metodolgia e estrutura):


Um dos princípios norteadores do ELO é o fato de que as crianças iniciam o seu desenvolvimento emocional baseado nas experiências familiares. E é justamente neste sentido que iremos caminhar ao longo deste workshop. 
Quem somos como pais? Quem éramos quando filhos? E quem são os nossos filhos?
Um momento para refletir sobre o tema e desenvolver, de forma prática, um plano de orientação para o equilíbrio familiar entendendo quais os papeis de cada um baseado na união e na satisfação de todos.

Sobre a metodologia, gostaria de complementar algumas informações, e possíveis dúvidas, que não estão no link acima:
O que é Psicologia Infantil? É o foco do trabalho terapêutico na orientação para crianças e adolescentes.
O que é Life Coach? Trabalho voltado para planejamento da busca pela vida desejada.
O que é Coach Parental? Orientação familiar para equilíbrio, responsabilidades e felicidade autêntica.

Qualquer formato familiar pode realizar o ELO? O workshop foi desenvolvido para casais e também para pais separados (ou viúvos). Porém, é necessário pelo menos uma figura parental (pai ou mãe) e uma criança de seis à doze anos. De forma complementar, poderá ter a participação de mais filhos, companheiros e conjuge.

Maiores informações: coach@gabrielcarneirocosta.com.br

segunda-feira, 19 de março de 2012

Meio cheio ou meio vazio?

Nos últimos dias tenho refletido sobre a questão da famosa expressão "copo meio cheio ou meio vazio", e durante uma aula de psicologia Positiva esta reflexão ficou ainda mais interessante.
Resolvi ilustrar a questão usando uma metáfora um pouco diferente, e neste caso pessoal. Quero propor o pensamento pela visão de uma taça de vinho. Optei pelo vinho por diversos motivos, entre eles o fato de ser uma bebida que aprecio muito e também pelo fato de que, normalmente, não se enche uma taça com vinho, pois isto dificulta o contato com o oxigênio do ar e nos impede de perceber mais facilmente as características positivas da bebida.
Penso que assim é a vida. Quero propor o pensamento de que podemos trocar a palavra "ou" pela palavra "e". A taça não está meio cheia OU meia vazia. A taça está meio cheia E meio vazia. 
A idéia de que pessoas otimistas sempre enxergam a taça meio cheia pode ser superficial demais. A vida não é feita apenas de fatos positivos, e a melhor forma de desenvolvermos a capacidade de sermos otimistas, e resolvermos os problemas que a vida nos traz, é justamente entender quais são as características positivas e  as negativas que temos ao nosso redor. 
O foco não é uma vida feita de coisas boas OU coisas ruins. A vida é completa, e portanto tem coisas boas E coisas ruins. 
Acredito muito que uma vida satisfatória não é conseguir a ausência de problemas, mas sim saber lidar com eles de forma mais positiva, sem jamais deixar de enxerga-los. 
Temos o péssimo hábito de fugir para nos proteger, mas é justamente na fuga que nos desprotegemos. E então a melhor forma de lidar com as questões negativas da vida é ir de encontro a elas, sem negar que estão presentes, e principalmente, sem deixar que estas questões ditem o rumo das nossas vidas.
Para complementar, utilizei uma foto que considerei ótima para ilustrar esta pequena reflexão. A taça pode estar meio cheia e meio vazia, mas ainda assim, podemos utilizar diversas perspectivas sobre como vamos visualizar este vazio. Somos nós que damos aos fatos, as suas interpretações. E cabe exclusivamente à nós significarmos o vazio.
Um brinde à felicidade! Tim-tim!


domingo, 11 de março de 2012

Workshops Vivenciais.

Abaixo seguem as próximas turmas abertas dos três principais workshops vivenciais.





DNA Beginner:
Onde tudo começou! Este foi o primeiro workshop desenvolvido, no qual já tive o prazer de realizar diversas vezes. São 14 horas de muito auto-conhecimento.
Trabalho explicando as teorias norteadoras da nossa vida, estipulando junto aos participantes um ponto de partida para mudança. Passamos por teorias sobre crenças, pensamentos e comportamentos, analisamos ganhos e perdas da vida atual e da vida desejada, utilizamos visualizações futuras de sonhos e metas, regressão consciente à criança do participante e encerramos com o desenvolvimento de uma rota de ação. Atualmente desenvolvo em parceria com o Coach Tiago Lemos, e o DNA Beginner é administrado pela empresa Venti Inteligência em Projetos.

DNA Deeper:
Como diz o nome, é o workshop mais intenso e profundo que desenvolvo. Exclusivo para quem já realizou o módulo inicial, o participante conecta suas emoções mais autênticas para entender seus medos, desejos, angústias e alegrias da vida. Foco em uma vida mais feliz, é um encontro intenso de três dias e duas noites com muitos exercícios de auto-conhecimento e aprendizado sobre ferramentas que auxiliam uma mudança de comportamento.
Também desenvolvido em parceria com o Coach Tiago Lemos e com a Venti Inteligência em Projetos, o DNA Deeper conta também com uma equipe extra de apoio para melhor acolhimento aos participantes.

ELO - Pais e Filhos:
Parceria com minha esposa e Psicóloga Clínica Graziela Freitas, este é o primeiro workshop vivencial para pais e filhos juntos. Uma caminha de dez horas de muita conexão com os aspectos positivos desta relação. Um momento para os participantes compreenderem seus medos e expectativas individuais e familiares. Um encontro baseado na energia do amor, carinho e respeito, sentimentos essenciais para uma relação pais e filhos autêntica e feliz.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Obrigado mulheres.


Embora não seja da minha época, ao refletir sobre o sexo feminino, foi inevitável lembrar da antiga música de Erasmo Carlos onde ele canta “Dizem que a mulher é um sexo frágil. Mas que mentira absurda. Eu que faço parte da rotina de uma delas sei que a força está com elas”.
Como ser humano, como homem e como Coach respeito muito a mulher. Observo, no processo de Coaching, que a mulher costuma ter uma visão mais sistêmica da vida, buscando com frequencia o alinhamento das áreas profissionais, familiares e pessoais.
De forma geral, o homem busca ser referência na macro sociedade. Quer ser premiado, estar nos jornais, na TV e rodar o mundo. A mulher busca ser referência na sua micro sociedade. Quer ser reconhecida como uma filha especial, uma mãe diferenciada, uma esposa dedicada e uma profissional de respeito pelo seus colegas de mercado.
Homem tem uma lista de hobbies. Lê revista de automobilismo, joga futebol uma vez por semana, participa da turma do poker, da confraria da cerveja e por aí vai. A mulher não costuma ser assim. A mulher é mais das atividades afetivas. Procura a troca de afeto entre as pessoas, gosta de longas conversas e de momentos mais relaxantes.
O homem é sempre mais objetivo, mais pragmático. Busca resolver um ponto específico, e principalmente, uma ponto de cada vez.
A mulher quer resolver todos os pontos e sempre tudo junto. O que é mais incrível, é que elas tem de fato esta capacidade. A mulher consegue dar a devida atenção aos assuntos de forma distinta. Tem o tempo de ser mãe, a hora de ser filha, o dia de ser profissional, o momento de ser sexy, de cuidar do corpo, de sair com as amigas, de estudar, de arrumar a casa…
Como dito por alguns profissionais da área da saúde, a mulher está se tornando a super mulher. A exigência social impõem muitas mudanças e muitas tarefas. A mulher moderna é tudo.
Não é uma questão de certo ou errado, nem quero propor a discussão por preferências, mas o fato é que homens e mulheres tem muitas diferenças. E ao me propor refletir sobre as mudanças da mulher, resolvi contrapor com as mudanças do homem. Digo isto pois sempre acreditei que quando uma pessoa muda, a outra (do mesmo convívio) muda também. E vem sendo assim nas relações masculinas e femininas. Embora existam diferenças na forma de pensar e na estrutura de planejamento pessoal, tenho visto com muita frequencia os homens mais dispostos a pensar nos filhos, participar das reuniões na escola, ajudar a escolher a roupa. Homens preocupados em aprendar a cozinhar, descobrir como usa a máquina de lavar roupa, combinar com o jardineiro o que precisa ser feito.  Homens preocupados com sua beleza e com sua saúde futura. Homens dispostos a demonstrar afeto e passar a utilizar a frase que aprendemos com as mulheres: eu te amo. Sim, também de forma geral, os homens estão mais afetivos e mais dispostos a olhar suas vidas como um todo.
A mudança da mulher é comprovada na mudança que o homem passou a adotar. Quem ganha com isto? Penso que todos nós. Toda a sociedade e principalmente todos os filhos destes pais modernos. Pais que participam da vida dos seus filhos sem deixar de pensar nas suas vidas individuais. Pais que sabem ser egoístas e altruístas, característica típica da mulher que o homem aprendeu.
E tudo isto, devido a mudança das mulheres. Depois de queimarem roupas e lutarem pelo seu espaço, que hoje já está conquistado, foi o homem que precisou se adaptar. As vezes penso que se não fosse a antiga revolução feminina, talvez nós homens, ainda estaríamos presos no nosso mundo egoísta.
Obrigado mulheres.